O conhecimento operacional em organizações estabelecidas mora em documentos que ninguém consegue buscar. Contratos, procedimentos, briefings e relatórios históricos se acumulam em drives compartilhados, frequentemente em vários idiomas, frequentemente escaneados. Toda nova pergunta vira uma sessão manual de arqueologia.
A equipe neste engajamento perdia tempo nos mesmos tipos de busca: qual cláusula governa um caso específico, qual versão do procedimento se aplica, o que foi decidido três anos atrás e com base em quais evidências. O custo não era apenas a busca em si. Era a tomada de decisão silenciosa que pulava o documento relevante porque encontrá-lo era caro demais.